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Bossamoderna destaca músicas que fazem referência à chuva

O repertório conta com composições de Jorge Ben Jor e Tom Jobim

Bossamoderna

No AR em 15/10/2017 - 22:00

Bossamoderna deste domingo (15) destaca obras que fazem referência à chuva. O repertório conta com composições como “ Chove Chuva”, de Jorge Ben Jor e “A chuva caiu”, de Tom Jobim.

O programa também destaca músicas de outros grandes nomes da música brasileira.

Ouça a MEC AM no player abaixo:

 

Esta edição começa com dois clássicos do carioca Jorge Ben Jor. O primeiro é “Chove chuva” que faz parte de seu disco de estreia, “Samba esquema novo”, de 1963. O segundo é “Que maravilha”, parceria com o violonista paulistano Toquinho, em faixa do disco “Negro é lindo”, de Jorge Ben Jor, de 1971.

Outro carioca, Wilson Simonal emenda com a composição do conterrâneo, Durval Ferreira e Pedro Camargo, “Chuva”, em faixa do disco intitulado “Wilson Simonal”, gravado em dezembro de 1964.

O Bossamoderna destaca também a clássica música “ Chove lá fora”, de Tito Madi, que foi composta em 1957, na versão do quarteto carioca Samba Noir. O grupo é formado por Kátia B, voz e guitarra, Luis Filipe de Lima, violão de sete cordas, Guilherme Ge, teclados, sintetizadores e Marcos Suzano, percussões. Outro clássico da música brasileira é “A chuva caiu”, parceria de Tom Jobim e Luiz Bonfá.

Esta edição apresenta a obra na versão de Fátima Guedes, em faixa do disco tributo de Fátima Guedes “Outros tons”, de 2006. A composição de Tom Jobim e Luiz Bonfá foi lançada por Ângela Maria em 1955. "A chuva cai”, dos portelenses Argemiro e Casquinha, com Beth Carvalho também é destaque desta edição, em faixa do disco “Sentimento brasileiro”, de Beth Carvalho, de 1980.

De São Paulo, a ex-integrante do Grupo Rumo, Ná Ozzetti, canta e co-assina “Chuva”, com Carol Ribeiro, em faixa do seu disco, “Meu quintal”, de 2011. Também do Grupo Rumo, Zecarlos Ribeiro assina a cena paulistana “Ladeira da Memória”, cantada por um ex-morador da cidade, o carioca Chico Buarque, em faixa título do disco “Ladeira da memória – afluentes da vanguarda paulista”, de 2014.

Mais uma paulistana, Klébi Nori é destaque desta edição com a obra: “Chuvarada forte não é garoa”, em faixa de seu disco “Sambarás”, de 2015. Quem a rebate é o carioca Leo Tomassini, ex-integrante do grupo Família Roitman: “É garoa”, em faixa do disco “Arpoador’, de Leo Tomassini, de 2003. A composição tem parceria de Leo e Rubinho Jacobina.

Francesa de Strasburgo, criada no Ceará e radicada em São Paulo, Laya convida: “Vem pra chuva”, em faixa do disco “Laya”, de 2016. A composição é de Mauricio Tagliari. Por sua vez, a paulista de Avaré, Lucila Novaes, apresenta a sua “Semi lágrima – a chuva”, em faixa do disco “É”, de Lucila Novaes, de 2013. A composição é de Paulo Novaes.

O trio carioca Kassin + 2, complementado por Moreno Veloso e Domenico Lancellotti, posiciona-se “Antes da chuva”. A obra é uma parceria de Kassin e Arto Lindsay, em faixa do disco “Futurismo”, do trio Kassin + 2, de 2006.

Esta edição destaca também a música “A chuva parou”, da cantora Maysa com sua voz marcante. A composição é de Ribamar, Esdras Pereira da Silva e Vitor Freire, em faixa do disco “The sound of Love”, gravado por Maysa para o mercado externo, em 1959, com arranjos do maestro Simonetti.

E esta edição do Bossamoderna fecha, à capela, com a paulistana Zizi Possi em “Chuva princesa”, de Jorge Mautner, em faixa do disco “Pedaço de mim”, de Zizi Possi, de 1979.

Bossamoderna vai ao ar todo domingo às 22h pelas rádios MEC AM e MEC FM com reprise toda quarta às 21h na MEC AM. Envie seus pedidos de músicas, participação ou informações da programação também pelo Whatsapp: (21) 99710-0537.

 

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