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Programa destaca canções de protesto no seu repertório

Bossamoderna conta com a participação de grandes nomes da música brasileira

Bossamoderna

No AR em 11/11/2018 - 22:00

O Bossamoderna deste domingo (11) destaca canções de protesto. O repertório conta com a participação de grandes nomes da música brasileira.

O programa começa com a “Canção nordestina”, do paraibano Geraldo Vandré. A obra foi lançada em 1964. Nesta edição, outra composição de Vandré: “Menino das laranjas”, do compositor carioca Théo de Barros.

Esta edição destaca também a parceria de Carlos Lyra com o teatrólogo Gianfrancesco Guarnieri: “Feio não é bonito”, na voz de Carlos Lyra, em faixa do disco “Carlos Lyra”, de 1974.

O Bossamoderna traz também Zé Kéti, com duas composições do artista, na voz de Nara Leão. Ela interpreta “Opinião” e “Acender as velas”.

Sérgio Ricardo faz parte do repertório com “Enquanto a tristeza não vem”, em faixa do disco “Um senhor talento” de 1964.

Chico Buarque participa com “Estação derradeira”, na voz de Baby do Brasil, em faixa do disco “Acústico Baby do Brasil”, de 1997.

A paraense Leila Pinheiro apresenta “Antes que seja tarde”, de Ivan Lins e Vítor Martins, em faixa do álbum “Reencontro - Leila Pinheiro canta Ivan Lins e Gonzaguinha”, de 2000. Entre as faixas dedicadas ao carioca Gonzaguinha está o satírico samba “Desenredo”.

Taiguara faz parte com “Outra cena”, na voz da cantora paulista Cida Moreira, em faixa do disco “Soledade”, de 2015. Já Lenine Guarani, filho de Taiguara, participa com “Menino da Silva”. em gravação de 2012.

O carioca Arthur Verocai participa do repertório junto com o rapper paulistano Criolo. Eles apresentam “Tambor”, em faixa do disco “Voo do urubu”, de 2016.

O Bossamoderna traz também a dupla formada por Martinho da Vila e pelo violonista e compositor carioca João de Aquino. Eles escreveram “Pensando bem”. Esta edição destaca a obra na voz de Luiza Dionizio, em faixa do disco “Devoção”, de 2009.

O coletivo paulista Aláfia faz parte com a música “Liga nas de cem”, do álbum “SP não é sopa – Na beirada esquenta”, de 2017.

Esta edição do Bossamoderna termina com “Só com outro Zumbi, ‘ou quilombola’, pode o negro alcançar a liberdade”, de Ivanildo Vilanova e Sebastião Dias, em faixa do disco “Batacotô 3”, de 2002.

Bossamoderna vai ao ar todo domingo às 22h pela Rádio MEC Rio e Rádio MEC FM. Envie seus pedidos de músicas, participação ou informações da programação também pelo Whatsapp (21) 99710-0537.

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