Venezuela volta a exigir Certificado Internacional de Vacinação

Medida é para evitar o aumento de casos de febre amarela no país
Vacina febre amarela
Vacina febre amarela Divulgação / Ministério da Saúde

O Brasil vive o maior surto de febre amarela dos últimos 37 anos. Desde janeiro, o país tem registrado em média cinco novos casos e quase duas mortes por dia, de acordo com o Ministério da Saúde.
 

Em função desse aumento de casos da doeça, a Venezuela decidiu voltar a exigir o certificado internacional de vacinação. No decreto, as Forças Armadas nacionais bolivarianas deixam claro que o acesso à Venezuela será restrito a pessoas que tomaram a vacinação no prazo de no mínimo dez dias.
 
Além disso, será fixado um ponto de imunização na Praça Bolívar de Santa Elena de Uairén para os próprios venezuelanos. O decreto garante ainda que um ponto de controle seja ativado para fiscalizar as pessoas que entram no país através de trilhas.
 
 
Também são destaques do Jornal da Amazônia 1ª Edição desta segunda-feira (13):
- Estudo aponta crescimento de exportações por portos do Arco-Norte;
- Em Cuiabá, a Secretaria de Saúde tem 90 dias para instalar ponto eletrônico e publicar, diariamente, a escala dos médicos, em todas as unidades de atenção básica.
- Está aberto o prazo para matrículas na rede estadual de ensino do Amapá, para os pais que perderam a primeira chamada para pré-matricula.

O Jornal da Amazônia 1ª Edição vai ao ar, de segunda a sexta-feira, às 7h45, na Rádio Nacional da Amazônia.

Jornal da Amazônia - 1ª Edição
em
13/02/2017 - 11:03
atualizado em
13/02/2017 - 11:06