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Projeto ampara famílias no luto pós-homicídio

Iniciativa veio da juíza Renata Farias Costa de Barros, que viu na justiça restaurativa uma forma de ajudar

Revista Brasil

No AR em 19/07/2018 - 12:57

O programa Revista Brasil entrevista a  juíza do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás e da 1ª Vara Criminal e Execução Penal de Luziânia, Renata Farias Costa de Barros. Ela conta como surgiu o projeto Famílias Interrompidas, que ampara as famílias das vítimas que estão por trás dos processos. "O projeto foi pensado nisso. Pra poder estabelecer as necessidades dos familiares, que a própria sentença não estabelece. O processo não acaba com a sentença".

Renata explica que nem todos os casos são encaminhados, depende dos casos que ela perceba que têm uma necessidade maior. Uma vez encaminhado o caso, as pessoas se reúnem e participam de uma reunião com os facilitadores – pessoas que  explicam de forma simples como é o processo criminal, e também os direitos, inclusive da defesa.

Ela diz, também, que há postos da Justiça Restaurativa no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás em Luziânia e em Goiânia, e qualquer Tribunal ou advogado de todo o país pode obter informações sobre o projeto.

Ouça a entrevista na íntegra:

 

 

Criado em 19/07/2018 - 13:04

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