Digite sua busca e aperte enter

Compartilhar:

Alô Alô Brasil cogita convocação de Neymar para Copa do Mundo e analisa guerra no Oriente Médio

Assinar podcast

Alô Alô Brasil

No AR em 18/05/2026 - 08:00

Nesta segunda-feira (18), o técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, vai anunciar a lista dos jogadores convocados para Copa do Mundo 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. O anúncio está marcado para às 17h, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Há a expectativa da convocação de Neymar. Na opinião do Craque Neto, Neymar deve ser convocado.

“Eu acho que tem que levar o Neymar. Uma seleção que não tem o Estevão, Rodrygo. A gente está com um descrédito danado com a seleção brasileira. Não vejo perspectiva nenhuma de chegar a final da Copa do Mundo. São 8 jogos, enfrenta o Marrocos dia 13 de junho, depois Haiti e Escócia. Eu acho que dá pra classificar com tranquilidade e pensar o que vai acontecer depois da classificação. Se ganhar de Marrocos estamos classificados”.

A seleção brasileira estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília, contra Marrocos. A partida será disputada o MetLife Stadium (East Rutherford, em Nova Jersey – EUA). 

Guerra no Oriente Médio

O presidente americano Donald Trump fez novas ameaças ao Irã e com isso houve uma nova alta no preço do petróleo com impacto global.

No programa Alô Alô Brasil, o professor de Relações Internacionais Manuel Furriela fez um balanço da guerra no Oriente Médio.

Apesar das críticas da população iraniana, a perda do Síria como aliado, o Irã perde influência no Oriente Médio. Mesmo com essas fragilidades, o Irã mostrou grande capacidade de reação aos ataques americanos e de impactar outros países, como a alta do preço do petróleo, por exemplo. Na opinião de Furriela, se os Estados Unidos não cederem vários pontos na negociação, a guerra não acaba.

Já no conflito da Ucrânia e Rússia, o professor explica que o impasse na retomada de territórios permanece. Na opinião dele, se a China retirar o apoio a Rússia, tem chance de liquidar o conflito.

Sobre a atuação da ONU, Manuel Furriela contextualizou o poder de atuação da organização internacional diante dos conflitos.

“A ONU é um clube de países. Se torna prestigiosa se os países derem protagonismo pra ela. Tiraram o prestígio dela. A culpa não é do secretário-geral. A culpa é da percepção das potências mundial que não querem dela utilizar”.

A ONU tem relevância, mas está com dificuldade de operar nos grandes conflitos que envolve grandes potências. Tem grande fórum de discussões internacionais e presta assistência humanitária em vários países, principalmente para países poucos estruturados.

“Haiti só existe por causa da ONU. O ponto da ONU é que ela não tem o protagonismo que ela já chegou a ter.”

Criado em 18/05/2026 - 12:30

Mais do programa