O documentário “Apolo”, premiado no Festival do Rio e no MixBrasil, marca a estreia de Tainá Müller e Ísis Broken na direção de longas e acompanha a gestação de Apolo dentro de uma família transcentrada, formada por Ísis e Lourenzo Gabriel. Entre poesia e realismo, o filme confronta a falta de preparo da sociedade para lidar com novas configurações familiares e destaca debates urgentes sobre paternidade, maternidade e direitos de pessoas trans.
Confira no player acima uma entrevista com as diretoras, que contam sobre o início do projeto, os desafios mostrados na tela e como a questão da espiritualidade está fortemente presente no filme.