O espetáculo “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” encerra sua circulação nacional neste fim de semana, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, após passar por Vitória, Belo Horizonte e São Paulo. Criado, produzido e dirigido por Cláudia Andrade, o trabalho constrói uma narrativa sensível e imagética que aborda o feminino, a maturidade, os jogos de poder, a finitude e os contrastes sociais da existência humana.
Em entrevista ao programa Espaço Arte, Cláudia Andrade explica que a história é estruturada por três personagens: duas mulheres com mais de 50 anos, de trajetórias distintas, e uma figura simbólica, agênera e atemporal, que atravessa a cena como presença mística. Essa relação triangular conduz os embates, afetos e silêncios da obra, que combina dramaturgia contemporânea, artes visuais, videoarte e trilha sonora.
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