Um novo levantamento sobre proficiência em inglês mostra que o Brasil ocupa a penúltima colocação entre os 21 países da América Latina, ficando à frente apenas da Guatemala. Quando o foco vai para as capitais brasileiras, o cenário é igualmente preocupante. Belém (PA), sede da próxima COP30 — Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, aparece entre as últimas no ranking nacional: 25ª posição entre 28 cidades. Outras capitais da região Norte, como Manaus (AM) e Cuiabá (MT), também registram baixos índices.
Para falar sobre o tema, o programa Nacional Jovem conversou com o diretor da rede Minds Idiomas, Fabiano Castro. Segundo o diretor os dados revelam uma carência histórica na formação em língua estrangeira no Brasil, especialmente nas regiões com menos acesso a cursos e materiais de qualidade.
A baixa proficiência pode representar um obstáculo tanto para quem busca oportunidades profissionais quanto para a imagem de cidades que receberão visitantes internacionais, como Belém.
Durante a entrevista na Rádio Nacional da Amazônia, o especialista comenta os impactos desses resultados e sugere caminhos acessíveis para melhorar o desempenho no inglês — mesmo em contextos de baixa infraestrutura.
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