Juventude, identidade, diversidade e defesa do futuro se encontram em uma história que nasce no coração da Amazônia e ecoa pelo Brasil. O documentário “Fé que Move Rios”, produzido pelo Coletivo Apoena, de Santarém, no oeste do Pará, apresenta um olhar sensível e potente sobre como a fé pode unir em vez de separar.
O curta-metragem acompanha a trajetória de três jovens do território do Tapajós — uma católica, uma umbandista e um evangélico — que, apesar das diferenças religiosas, caminham juntos na defesa do rio, da floresta e da vida. Em meio às crescentes ameaças ambientais que atingem a Amazônia, o filme mostra a espiritualidade em suas múltiplas expressões como força ancestral, resistência e cuidado com o território.
Mais do que um documentário ambiental, “Fé que Move Rios” revela o protagonismo da juventude amazônica na luta por justiça socioambiental e pela preservação dos modos de vida tradicionais. A obra dialoga diretamente com temas que mobilizam jovens de todo o país, como pertencimento, diversidade, meio ambiente e compromisso com as próximas gerações.
Para falar sobre o processo de criação do documentário e sobre os caminhos que conectam fé, juventude e proteção da Amazônia, o Nacional Jovem conversou com Viviane Borari, diretora do documentário “Fé que Move Rios”.

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O Nacional Jovem é apresentado por Edileia Martins, com produção de Patrícia Fontoura e trabalhos técnicos de Maan “Pipi” Kayabi. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 15h, pela Rádio Nacional da Amazônia.