No Dia Mundial do Rádio, comemorado em 13 de fevereiro, a história da comunicação brasileira ganha destaque com os 90 anos da Rádio Nacional, celebrados em 2026. Símbolo da chamada Era de Ouro do rádio, a emissora do Rio de Janeiro foi responsável por levar informação, entretenimento e cultura a milhões de ouvintes em todo o país e até fora dele.
Pelas ondas da Nacional, conhecida no início como PRE-8, grandes programas de auditório, radionovelas e atrações musicais se tornaram fenômenos de audiência. A emissora ajudou a revelar e consolidar nomes da Música Popular Brasileira e teve papel decisivo na difusão de ritmos nacionais, contribuindo para a formação da identidade cultural do Brasil.
Para falar sobre essa trajetória e a importância histórica da emissora, o Nacional Jovem conversou com a pesquisadora Rosemary Esquenazi, professora e editora especializada em comunicação e história do rádio. Durante a entrevista, ela destacou o impacto da Nacional na construção de uma memória afetiva coletiva e na valorização da produção artística brasileira.
A conversa também abordou o tema do Dia Mundial do Rádio deste ano: “Rádio e Inteligência Artificial”. Segundo avalia a pesquisadora, embora não seja especialista em Inteligência Artificial, a tecnologia pode representar uma grande oportunidade, especialmente na preservação e digitalização de acervos históricos, garantindo que a memória do rádio continue acessível às futuras gerações.

Ouça a entrevista completa no player acima.
O Nacional Jovem foi apresentado por Edileia Martins, com produção de Patrícia Fontoura e trabalhos técnicos de Maan “Pipi” Kayabi. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 15h, pela Rádio Nacional da Amazônia.