Na COP-30, em Belém (PA), a Central do Cerrado, junto com a Rede Bragantina, colocou a sociobiodiversidade brasileira no centro da mesa — literalmente. Foram eles que levaram para Belém uma alimentação baseada em produtos da agricultura familiar, do extrativismo e dos povos do território, mostrando que cuidar da terra também passa pelo que a gente come.
E sobre a iniciativa, ainda lá em Belém, a jornalista Mara Régia conversou com Luiz Carraza, secretário-executivo da Central do Cerrado.