Cada vez mais a alta gestão das organizações compreende que é tão incoerente separar saúde física de saúde mental quanto dividir vida pessoal de atuação profissional.
Um dos estudos apresentados pela Harvard Business Review mostra que os problemas familiares reduzem a produtividade saudável em cerca de 60% e as evidências científicas não param por aí, pelo menos 40% dos colaboradores falham nos prazos quando enfrentam sofrimento familiar, de acordo com a APA, Associação Americana de Psicologia. Para quase 70% dos trabalhadores, o desequilíbrio entre casa e trabalho é responsável pela baixa satisfação profissional, segundo o Work-Life Balance Institute.
Sobre esse tema, conversamos com Helayne Cortez, professora titular da mais nova certificação do Instituto Feliciência.