Um relatório da OMS lançado em julho estimou que uma em cada seis pessoas no mundo se sente sozinha e, entre adolescentes, esse número chega a um em cada cinco.
Nesse contexto, especialistas da rede Ebserh analisam uma forma que tem se tornado comum para lidar com o isolamento: o uso de ferramentas digitais de apoio emocional. Solução momentânea que, passado o tempo, pode acabar reforçando o sentimento de vergonha, estigma e inadequação.
Para compreender melhor a situação, o Revista Brasília conversa com o psiquiatra da infância e adolescência André Salles, do Hospital Universitário de Brasília (HUB).
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