O contrato de concessão da Iguá Saneamento está na mira de especialistas e da Agência Reguladora de Saneamento Básico do Rio de Janeiro (Agenersa). A Agência, entre outras coisas, cita "inconformidades" nas obras de modernização da estação de tratamento de esgoto da Barra da Tijuca.
Enquanto pesquisadores de temas como saneamento e gestão ambiental apontam seletividade na regulação, racismo ambiental e distorções provocadas por interesses econômicos.
Para entender melhor esse cenário, o Revista Rio conversa com a Suyá Quintslr, pesquisadora da Rede Observatório das Metrópoles e coordenadora do Ecoagua, o Laboratório de Ecologia Política da água da UFRJ e associada ao Ondas, que é o Observatório dos Direitos à Água e ao Osaneamento.
Dos serviços públicos de fornecimento de água e esgotamento sanitário nos municípios do bloco 2, firmado entre o estado do Rio de Janeiro e a Iguá Rio de Janeiro S.A., no dia 12 de agosto de 2021.
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