A licença-paternidade no Brasil ainda é de apenas de cinco dias. Um período curto, que mal dá tempo para o pai acompanhar os primeiros momentos do bebê e apoiar a mãe na adaptação à nova rotina. Mas esse cenário pode mudar em breve.
O Supremo Tribunal Federal determinou que o Congresso Nacional aprove um novo projeto de lei sobre o tema e e uma proposta que já passou pela Câmara amplia o prazo, de forma gradual, para vinte dias. Além de representar um avanço no cuidado com as crianças e no fortalecimento das famílias, a medida também é vista como uma ferramenta importante para reduzir a desigualdade salarial entre homens e mulheres.
Sobre a ampliação da licença-paternidade e seus impactos sociais e trabalhistas, Raquel Júnia conversa com a juíza federal do trabalho e titular da 9ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, Taciela Cordeiro Cylêno.
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