O Rio vem registrando temperaturas em torno dos 40 graus e permanece no nível 3 do protocolo de calor estabelecido pela prefeitura. Em casa, cada pessoa tenta adotar as estratégias possíveis para enfrentar os extremos climáticos, como banhos mais frequentes e a necessidade de reservar dinheiro para lidar com o aumento do uso do ar condicionado. Mas quando o assunto são as relações de trabalho, surgem outras questões importantes. Quais regras devem ser adotadas pelos empregadores para minimizar o desconforto térmico?
Existem grupos de trabalhadores diretamente expostos ao calor intenso, como aqueles que atuam nas ruas, na construção civil ou mesmo os que não possuem uma relação formal de trabalho. Há leis e normas que protegem os trabalhadores em situações de extremos climáticos?
É sobre esse tema que Raquel Júnia conversa com o professor Bruno Chapadeiro. Ele é pesquisador do Instituto de Saúde Coletiva da UFF e integrante do Grupo de Trabalho Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora da Associação Brasileira de Saúde Coletiva.
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