Mais de 30 milhões de brasileiros convivem com a enxaqueca, segundo estimativa do Ministério da Saúde. Uma condição que vai muito além de uma simples dor de cabeça e que pode comprometer de forma significativa a qualidade de vida. A enxaqueca é de duas a três vezes mais comum em mulheres e atinge seu pico entre os 30 e 40 anos, fase marcada por intensa atividade profissional e pessoal.
Em alguns casos, as crises são tão intensas que provocam incapacidade, afastamento do trabalho e prejuízos emocionais. Mas até que ponto o nosso estilo de vida influencia no surgimento e na intensidade dessas dores? Há formas de prevenção e tratamentos eficazes para lidar com a enxaqueca?
O quadro Vida e Movimento acolhe a sugestão do ouvinte e abre espaço para falar sobre esse tema que afeta milhões de pessoas. Para isso, Dylan Araújo conversa com Alexandre Amaral, neurocirurgião, professor, presidente da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia Funcional e responsável pela Clínica da Dor do Hospital São Francisco na Providência de Deus.
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