Elas são aves de rapina, donas de uma visão noturna poderosa e de uma audição impressionante. A cabeça gira quase 270 graus para manter a vigilância e localizar presas com precisão. O voo é silencioso, graças às penas macias, e os ouvidos assimétricos funcionam como um verdadeiro radar natural. E elas não vivem só na mata: estão aqui, convivendo com a gente na Região Metropolitana do Rio.
No quadro Vida no Rio, vamos falar sobre as corujas. A bióloga Daniela Meriano conta quais são as espécies típicas da Mata Atlântica e explica o papel fundamental que elas desempenham no equilíbrio do meio ambiente.