Nesta edição do "Tarde Nacional - Amazônia" falamos sobre perda gestacional tardia. A entrevistada é integrante da Comissão Nacional Especializada em Assistência ao Abortamento, Parto e Puerpério da Federação Brasileira das Associações em Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Ana Elisa Rodrigues Baião.
Ela explica que a perda gestacional tardia (que ocorre entre a 12º e a 22º semana de gravidez) é rara, representando 20% dos casos de abortamento. De acordo com a especialista, as causas são variadas e podem ser genéticas ou ligadas a anomalias cromossômicas, infecções congênitas, sífilis, toxoplasmose, entre outros fatores. Ana Elisa Rodrigues Baião cita a perda de líquido, a cólica e a febre entre alguns dos sinais que podem servir de alerta às mulheres que estejam nas fases mais adiantadas da gestação.
A médica também pontua que é fundamental uma investigação sobre a causa da perda e que, acima de tudo, deve haver um acolhimento às mulheres tanto pelos familiares quanto pelos profissionais de saúde.
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O programa Tarde Nacional vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 15h às 17h, na Rádio Nacional da Amazônia.