O Tarde Nacional desta sexta-feira (14) fala sobre o "Atlas de Risco Geológico da Amazônia", lançado pelo Serviço Geológico do Brasil, nesta semana, na COP 30. A publicação reúne o resultado de 13 anos de mapeamento e indica mais de 1 milhão e 400 mil pessoas em áreas de risco geológico e hidrológico na região da Amazônia Legal. A entrevistada é a superintendente regional de Belém do Serviço Geológico do Brasil, a pesquisadora Dianne Fonseca.
Ela explica que o documento mapeia não só áreas suscetíveis a deslizamentos de terra e alagamentos, mas também aquelas passíveis de fenômenos típicos da região, com grandes prejuízos principalmente aos ribeirinhos, como as chamadas terras caídas (quando há grande desmoronamento de terra na beira do rio) e as ilhas flutuantes (quando parte do terreno se desprende com risco de se chocar com outras áreas).
Segundo a pesquisadora, o mapeamento mostra que as populações mais vulneráveis precisam de ajuda e de políticas públicas para se adaptarem às mudanças climáticas. Ela reforça que o objetivo é ajudar na prevenção de desastres e salvar vidas.
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O programa Tarde Nacional vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 15h às 17h, na Rádio Nacional da Amazônia.