O Brasil tem políticas afirmativas importantes, como a Lei de Cotas, mas inclusão não se resume à contratação.
O grande desafio está na progressão de carreira, liderança e participação estratégica. Muitos PCDs entram, mas ficam “congelados” em funções operacionais, sem plano de desenvolvimento.
Existe um Brasil de profissionais com deficiência altamente qualificados — graduados, pós-graduados, especialistas — prontos para liderar. A pergunta não é se eles estão preparados. A pergunta é: o mercado está preparado para reconhecer esse potencial? "
O Tarde Nacional conversa com Lucia Madeira, conselheira da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, mestre em administração e pedagoga, especialista em recursos humanos.