O Rio de Janeiro sempre foi um território fértil para a literatura. Das crônicas de rua aos romances históricos, da poesia marginal às narrativas periféricas, a cidade pulsa em cada palavra escrita. O Prêmio Carioca de Contos chega com mais uma edição e como uma grande vitrine para novos talentos da cidade. Essa diversidade de vozes e histórias ganha um novo palco, iniciativa que celebra a produção literária nascida e criada nos bairros cariocas.
O projeto é um desdobramento do premiado Rio de Contos, que desde 2020 já revelou mais de 70 novos autores fluminenses. Agora, com foco exclusivo na capital, o objetivo é ainda mais ambicioso: revelar talentos, oferecer formação de qualidade e publicar um livro coletivo que represente a pluralidade da cidade.
De Santa Cruz à Glória, da Penha à Gávea, o prêmio convida autores de todas as idades e trajetórias a mergulhar numa jornada intensa de aprendizado literário — com cursos, mentorias e encontros com nomes de peso da literatura contemporânea. Mais do que uma competição, o Carioca de Contos é um espaço de transformação e pertencimento.
As inscrições abrem nesta quarta-feira (22) e vão até 22 de novembro. Rio de Contos integra o calendário oficial do Rio como Capital Mundial do Livro pela UNESCO.
Para entender mais sobre essa iniciativa que une literatura, formação e diversidade, o Tarde Nacional conversa agora com a escritora, produtora cultural e idealizadora do projeto Bárbara Cortesi.
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