O início de um novo ano costuma intensificar emoções e conflitos internos, trazendo à tona expectativas, cobranças e a sensação de que é preciso recomeçar de forma impecável. Nesse período, marcado por transições simbólicas e emocionais, o funcionamento do cérebro emocional se torna mais sensível, influenciando a forma como lidamos com metas, frustrações e desejos.
Como atravessar esse momento com mais consciência, menos exigência e maior respeito ao próprio ritmo interno é o tema desta entrevista com Richard Munhoz, psicanalista, mestre e doutor em Ciências Médicas, que propõe uma reflexão sobre acolhimento emocional e limites das expectativas no começo do ano.