Começou nesta quarta-feira (6), em São Paulo, a 7ª edição da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei). Na última sexta-feira (1º), a Prefeitura de São Paulo e a Fundação Theatro Municipal cancelaram o contrato que autorizava a Flipei a usar a Praça das Artes, na região central da cidade. Mesmo assim, os organizadores mantiveram a programação.
Em nota, a Fundação Teatro Municipal, disse que enviou ofício aos organizadores informando que o evento “possui conteúdo e finalidade de cunho político-ideológico” e que por isso não poderia acontecer. O contrato firmado previa que caso houvesse rescisão, a comunicação deveria ocorrer com no mínimo 15 dias de antecedência do evento.
O Tarde Nacional - São Paulo acompanhou a abertura da Flipei. O apresentador Guilherme Strozi esteve lá e entrevistou o coordenador geral do evento, José Renato Fonseca de Almeida.
Os novos locais ficam no Galpão Elza Soares (Alameda Eduardo Prado, 474 - Campos Elíseos), Casa Luís Gama (Rua Guaianases, 1435 - Campos Elíseos), no Café Colombiano (Alameda Eduardo Prado, 493 - Campos Elíseos) e no bar Sol y Sombra (Rua Santa Madalena, 250 - Bela Vista).
Até o próximo domingo (10), a Flipei reúne 220 editoras e promove mais de 40 debates sobre como a cultura e a literatura independente são capazes de mudar o mundo. Resistência palestina, tecnologias ancestrais do bem viver e mulheres que interpretam a América Latina são alguns dos temas da edição deste ano.
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