Olá, minha gente querida desse nosso programa, que ainda sob os ecos da experiência de ter acompanhado ao vivo e em cores, nas ruas de Belém, a grande procissão do Círio de Nazaré, no último dia 12, faz questão de compartilhar uma surpresa inesperada em meio às emoções vividas na cobertura deste evento, cujo ciclo não se limita apenas ao domingo da procissão, mas inclui outras procissões e eventos que antecedem e sucedem a data principal, como a Trasladação, a Romaria fluvial e outras romarias menores, que mantêm a tradição viva durante todo o ano.
Destaque para a Quinzena Mariana, que por um período de duas semanas de celebrações pós-Círio de Nazaré, está em curso com seu término programado para o próximo sábado 25 de outubro de 2025. Até lá, continuemos em oração agradecendo momentos que valem a vida! Aconteceu comigo na Casa da Vale erguida no espaço da Cabôca!
Trata-se de um local conhecido por eventos com música ao vivo mas que, excepcionalmente neste ano da COP da floresta, foi ocupado por uma exposição que revela a razão do sucesso da bioeconomia regional. Não faltou sequer o café que está sendo produzido em Apuí, uma cidade do Amazonas que, assim como o nosso Brasil, tem nome de árvore e um significado muito bonito.
Apuí, que em tupi-guarani quer dizer abraço, empresta seu nome à marca do primeiro café agroflorestal sustentável da Amazônia brasileira, o Café Apuí Agroflorestal. E quando eu já me preparava para degustá-lo ... uma agradável surpresa! Na verdade, um reencontro com Gabriela Sobral Feitosa, que concluiu sua graduação como bacharel em Comunicação Social com a apresentação da monografia intitulada Viva Maria: uma voz em prol das mulheres no rádio.
Como Mestre em Preservação do Patrimônio Cultural, pelo Programa de Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (PEP/IPHAN) trabalha para o Instituto Cultural Vale como Coordenadora da Casa de Cultura de Canaã dos Carajás!
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