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Veterinária orienta sobre a prevenção da leishmaniose

Juliana Mendes recomenda sempre deixar os ambientes limpos e não acumular matéria orgânica

No AR em 01/09/2022 - 15:00

A leishmaniose é uma doença crônica e endêmica que atinge mamíferos.

Na zona urbana, geralmente os cães são os mais contagiados pela doença, mas ela também pode infectar o ser humano. Se não for tratada, pode levar à morte.

Em entrevista ao programa Tarde Nacional, a veterinária Juliana Mendes atentou para o fato de que o transmissor da enfermidade, o mosquito Palha, é encontrado em lugar úmido com muita matéria orgânica acumulada, a exemplo de comida, folhas secas em decomposição, ou frutas. “Sempre é bom manter a limpeza do local”, recomenda.

No Brasil, cerca de 3.500 casos são registrados anualmente e, nos últimos anos, a letalidade vem aumentando gradativamente, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

Ela explica que é preciso acender o sinal de alerta “quando o animal está com muita queda de pelo na região da orelha e rabo, e também quando há crescimento exacerbado das unhas". 

Ela afirmou ainda que não há transmissão de animal para animal nem de animal para humanos. “O único modo de contágio é pelo mosquito palha.”

A veterinária explicou que há dois tipos de leishmaniose: a visceral e a cutânea, ou calazar. “Na visceral, existe comprometimento dos órgãos, e na cutânea, há ferimentos, geralmente próximos a boca, nariz e extremidade das orelhas", ensina Juliana.

Para saber as formas de tratamento e outros detalhes da entrevista, acesse o áudio no player acima.

Criado em 01/09/2022 - 16:11

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