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Medicamentos falsificados podem representar 15% do mercado, aponta OMS

Os preços baixos tornam o mercado informal atraente, a população fica

Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 15% do mercado é composto por medicamentos falsificados. Há especialistas que apontam percentuais ainda mais altos: por ser uma comercialização informal, não há como estabelecer um número com precisão. Já o varejo farmacêutico formal comercializa mais de 134 bilhões de doses por ano.

 

Sobre o assunto o Revista Brasil desta terça-feira (28) entrevistou Pâmela Alejandra, farmacêutica do Centro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Federal de Farmácia.

 

Ela explica que um medicamento falsificado é aquele que não provem do fabricante original, ou que sofreu alguma alteração ilegal antes do seu fornecimento ao paciente, como por exemplo, conter doses muito baixas do ingrediente ativo e data de validade alterada.

 

A farmacêutica alerta para a compra de medicamentos pela internet e ou camelôs e recomenda  que a aquisição seja feita sempre em farmácias.

 

Os medicamentos mais apreendidos no Brasil são para tratamento de disfunção erétil, anabolizantes, emagrecedores e pilulas de combate ao câncer, afirma Pâmela Alejandra. Ela cita especificamente: Viagra, Cialis, Durateston, Hemogenin, Deca durabolim e Citotec.  De acordo com a farmacêutica, cerca de metade dos medicamentos falsificados são provenientes de fábricas paraguaias.

 

Enquanto os preços baixos tornam o mercado informal atraente, a população fica exposta a riscos que podem ser fatais, reforça Pâmela Alejandra.

 

Saiba mais sobre medicamentos falsificados, ouvindo a entrevista completa, disponível no player no topo da matéria.

 

O Revista Brasil é uma produção das Rádios EBC e vai ao ar, de segunda a sábado, às 8h, na Rádio Nacional AM Brasília. A apresentação é de Valter Lima.



Criado em 28/07/2015 - 13:54 e atualizado em 28/07/2015 - 13:33

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