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Brasileira da WNBA apoia protestos contra racismo no basquete

Damiris pede que clubes respaldem manifestações de atletas no Brasil

No Mundo da Bola

No AR em 16/09/2020 - 16:09

A temporada do basquete norte-americano, em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19), tem sido marcada por diversas manifestações de atletas contra o racismo. Na mais impactante, os jogadores das ligas masculina (NBA) e feminina (WNBA) se negaram a atuar por dois dias, em protesto contra o caso Jacob Blake, homem negro baleado nas costas pela polícia, em agosto. Única brasileira da WNBA, a pivô Damiris Dantas atua pelo Minnesota Lynx e participou do protesto.

As manifestações contra o racismo ganharam profusão nos Estados Unidos após o assassinato de George Floyd, homem negro asfixiado pelo joelho de um policial. Tanto NBA como WNBA deram liberdade às franquias e atletas se posicionarem. Algo que Damiris sente falta na estrutura esportiva do Brasil.

Se a pivô é o presente do basquete feminino, o passado recente tem nomes com a também pivô Erika e das ex-jogadoras Iziane e Janeth. Todas com larga experiência internacional. Janeth, além de ter vencido quatro vezes a WNBA, é campeã mundial pela seleção brasileira. Damiris, porém, acredita que elas têm um reconhecimento menor do que deveriam, e por influencia do preconceito racial.

Um dos principais nomes do Minnesota Lnyx na temporada, Damiris volta à quadra na quinta-feira (17), contra o Phoenix Mercury, em jogo único, pelas quartas de final da WNBA.

Tags:  Basquete

Criado em 16/09/2020 - 16:09

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