A Comissão Especial de Reforma Política da Câmara dos Deputados deve votar amanhã os últimos pontos da proposta antes de ela seguir para votação em plenário. Sobre o assunto, o cientista político Paulo Baía, do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, falou ao programa Revista Brasil. "A reforma representa de imediato um problema, mas a médio prazo, até 2022, ela traça uma solução", podera.
Segundo Baía, o problema reside no voto distrital/majoritário para deputados estaduais e federais, o que tira a possibilidade de representação das minorias e a não-renovação das Assembleias Legislativas e do Congresso. Já a solução surge com o sistema distrital misto, que combina o voto majoritário em distritos e o desenho desses distritos, esclareceu.
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