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Lixão resiste à Política Nacional de Resíduos Sólidos

Apesar da dificuldade em cumprir a lei de manejo do lixo, Abetre

O Setor de tratamento de resíduos industriais no Brasil deve crescer 26% até 2020. A avaliação é da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre).

 

O Revista Brasil convidou o presidente da Abetre, Carlos Fernandes, para explicar algumas questões referentes à Política Nacional de Resíduos Sólidos que ainda não está não consolidada.

 

Ele começa explicando que o faturamento previsto de R$16 bilhões nos próximos cinco anos se atribui a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, fazendo com que mais resíduos sejam tratados adequadamente, apesar de atualmente a indústria estar passando por momento delicado. No entanto, uma parte de resíduos privados tem duas coisas que são importantes: primeiro é que a lei obriga as indústrias a declararem eletronicamente, ano a ano, onde geram e para onde destinam seus resíduos, mas isto ainda não está funcionando nos estados.

 

O outro é o problema da logística reversa, porque os acordos setoriais estão demorando para serem feitos, de forma que ainda estamos nos primeiros passos da logística reversa no país. A lei foi sancionada em 2010 e já estamos em 2016 e pouca coisa foi feita, ressalta Carlos Fernandes. Segundo ele, o problema é que as prefeituras estão empurrando o problema por uma razão simples: não têm recursos para financiar esta solução.

 

Acompanhe esta entrevista sobre o assunto ao programa Revista Brasil, com apresentação de Fátima Santos, na Rádio Nacional de Brasília.



Criado em 17/03/2016 - 11:11 e atualizado em 17/03/2016 - 08:14

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