Uma manifestação realizada no domingo (16) na praia de Copacabana, com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro, pediu a aprovação pelo Congresso Nacional de uma Lei da Anistia, para que os participantes da tentativa de golpe realizada em 2022 não sejam julgados e condenados. Na contramão do que expressou o ato, a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), lançou no Rio e em todo o país a campanha "Anistia não, golpistas na prisão".
Para entender melhor o que está em jogo nesta disputa e como ela pode afetar a sociedade brasileira o Revista Rio conversou com Bruna Martins, advogada criminal e coordenadora do Núcleo Rio de Janeiro da ABJD.
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