Belém lidera o ranking de casos de dengue no Pará

Apesar da estiagem, Secretaria de Saúde Estadual alerta para o combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti
Mosquito Aedes aegypti
Mosquito Aedes aegypti Foto: Marcos Santos / USP Imagens / Agência Pará

De janeiro até o fim de agosto, o Pará registrou mais de 5.700  casos de dengue, 1.800 de zika e 253 de febre chikungunya. Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde Pública.
 
Belém lidera o ranking de casos de dengue, com 537 diagnósticos, seguida por Itaituba, com 535 e Dom Eliseu com 474 casos. Alenquer, Oriximiná, Marabá, Parauapebas e Tucuruí também estão com alto índice da doença.
 
Nenhuma morte foi registrada por dengue no estado.
 
Dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o Aedes aegypti, e provocam sintomas parecidos, como febre e dores musculares, mas com gravidades diferentes.
 
A dengue é a mais perigosa, possui quatro sorotipos do vírus, causa febre repentina, dores musculares, falta de ar e indisposição. A forma mais grave apresenta hemorragias e pode levar à morte.
 
A chikungunya tem como principal sintoma intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras.
 
Já o vírus zika apresenta sintomas que se limitam a, no máximo, sete dias.
 
Mesmo com o período de estiagem, quando há menor volume de chuvas, a população deve continuar combatendo criadouros do mosquito.
 
Ouça ainda na edição desta terça-feira (20):
- Especial Eleições mostra os desafios do saneamento básico em prefeituras da Amazônia;
- Nível do Rio Acre atinge 1,25 metros e pode continuar baixando.
 
O Jornal da Amazônia 1ª Edição é uma produção da equipe de radiojornalismo da EBC - Empresa Brasil de Comunicação.

Jornal da Amazônia - 1ª Edição
em
20/09/2016 - 10:35
atualizado em
20/09/2016 - 10:37