Estudo inédito do Instituto do Mar, da Universidade Federal de São Paulo - IMar/Unifesp, revela que bitucas de cigarro liberam substâncias tóxicas em praias e no oceano.
Sobre o tema o Revista conversou com Ítalo Braga Castro, Docente e vice-diretor do IMar/Unifesp.
Com um conjunto de pessoas de ONG's relacionados ao meio ambiente, o estudo foi realizado nas praias de Santos - SP onde verificaram que as bitucas de cigarro no verão são mais presente.
Ele comenta que, após análise do material em laboratório, o estudo mostrou que muitas substâncias tóxicas que ficam nos filtros podem ser liberadas para a água e podem ser tóxicas para os organismos aquáticos.
O material do filtro do cigarro ou bitucas não é degradável, é feito de acetato de celulose,que pode levar até 18 meses para se degradar, explica o especialista.
A solução passa por políticas públicas, uma implantação de política reversa e mudança no comportamento das pessoas, afirma.
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