O anúncio, há dois anos, de que um tatu-bola (tolypeutes tricinctus) seria o mascote da Copa do Mundo de 2014 foi para os ambientalistas brasileiros motivo de muita comemoração. Afinal de contas, a espécie típica do Brasil está na categoria "vulnerável" entre os animais com risco de extinção, e ser colocado na vitrine do futebol mundial poderia colaborar para salvá-lo.
Ambientalista entregou nesta semana, ao ministério do Meio Ambiente, um abaixo-assinado com 170 mil assinaturas para salvar o animal, que está na lista das espécies ameaçadas de extinção. Confira mais detalhes na entrevista que o programa Revista Brasil fez com o biólogo e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Felipe Melo.